O jornalista Renato Alves, nascido e criado em Sete Lagoas, é o autor de uma série de reportagens que desvendam os mistérios sobre os crânios humanos achados em cisternas de uma fazenda em Angueretá, nas proximidades de Pompéu. Com exclusividade, o atual repórter especial de O TEMPO publica fatos que apurou durante sete meses e resultam na conexão dos assassinatos com um tempo sombrio: a ditadura militar (1964-1985).
Confira um dos trechos do especial de O TEMPO dirigido, roteirizado e produzido por Renato Alves.
https://www.otempo.com.br/especiais/chacina-de-anguereta
Sobre o autor
Nascido em 1974 e radicado em Brasília desde 1998, sou jornalista e escritor.
Formado em jornalismo pela PUC-MG e pós-graduado em comunicação em mídias sociais pelo UniCeub comecei a carreira profissional em 2000.
Trabalhei no Correio Braziliense de maio de 2000 a setembro de 2019, quando ingressei na Revista Crusoé como repórter de política, onde permaneci por um ano. Depois, atueimais um ano como repórter do The Brazilian Report. Desde setembro de 2021 estou no O Tempo, como redator multimídia.
No Correio, exerci funções de repórter júnior a editor, no impresso e no site da publicação. Publiquei reportagens em todas as seções. Ganhei os principais prêmios de jornalismo, como o Esso e o Embratel. Também cobri alguns dos principais eventos do século 21, como o terremoto que devastou o Haiti e a Copa do Mundo da África do Sul, ambos em 2010.
Em mais de 20 viagens a trabalho pelo mundo, ainda estive em países como Cuba, Rússia e Japão. Desembarquei na Antártica em 2013 para uma série de reportagens sobre o trabalho de pesquisadores e militares brasileiros no continente gelado. Em 2017, estive na Coreia do Norte. Era o único jornalista estrangeiro no país durante bem sucedido teste da sua bomba atômica.
Sou autor dos livros-reportagem O Caso Pedrinho (Geração Editorial, 2015), O Povo da Lua (Outubro, 2016) e O reino eremita (Quixote, 2018).
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